Thursday, December 8, 2011

Aquecimento Global, segurança Alimentar, superpopulação e o Landsat



Segurança Alimentar e superpopulação


 



Com 7 bilhões de pessoas vivendo no mundo, a expansão da fronteira agrícola e a demanda por água exerce uma pressão sem precedentes sobre as florestas e sobre os recursos naturais do planeta.
A cada 3 segundos, uma floresta do tamanho de um campo de futebol, é perdida para produção de alimentos e para fornecimento de carvão combustível.
Desta forma o planeta perde a capacidade de reter CO2.
Nos últimos 40 anos, a população aumentou 3,5 bilhões de pessoas e a projeção da ONU para áté 2100 é um aumento de mais 3 bilhões.

Landsat


O Programa Landsat  é um projeto de observação da Terra e de seus recursos, gerenciado pela NASA e pelo Serviço Geológico dos EUA.
O satélite Lansat monitora as alterações na superfície do planeta, nas florestas, nas áreas agrícolas e urbanas, e nos corpos aquáticos.
Desta forma pode-se estimar quão rapidamente as florestas estão sendo destruídas, levantar dados detalhados  sobre as áreas de agricultura, observar as agriculturas irrigadas e como o consumo de água doce varia anualmente.
O Projeto Landsat estará lançando o satélite Landsat 8 em 2013, equipado com sensor térmico nfravermelho sensível à temperatura da superfície do planeta.
O  Landsat8 irá nos fornecer dados das alterações por mais de 40 anos, os quais mostram muitas vezes que fomos os agentes das mudanças.


Para saber mais visite o site Global Climate Change


Para conhecer o projeto Landsat  clique aqui


Wednesday, December 7, 2011

Fronteiras da Ciência:Radio 1080AM UFRGS


Fronteiras da Ciência: Radio 1080AM UFRGS - Um programa que explica como funciona a Ciência
        

Vivemos num mundo dependente da ciência e da tecnologia, mas pouco sabemos de ciência e de tecnologia.

O programa Fronteiras da Ciência, produzido pelos Dptos. de Física,  Biofísica e Jornalismo da UFRGS, e veiculado semanalmente pela Rádio1080 AM está ganhando cada vez mais audiência daqueles que querem viver antenados dos mais diversos assuntos como Origem da Vida, Entropia, Bactérias Arsênicas, Nanotecnologia, Aquecimento Global e por aí vai.

“Numa atmosfera descontraída – como numa roda de mate – cientistas conversam sobre assuntos do momento e tentam preencher as lacunas deixadas pelo sistema educacional e pela desinformação dominante na mídia.”
 


Você pode ouvir os podcasts dos programas que perdeu, eu adorei isto!




Tuesday, November 29, 2011

Começou ontem a COP 17 na África

  

Começou ontem a COP 17 na África

COP 17 de 28/11 a 09/12/2011

Principal intenção da Conferência do Clima é evitar um retrocesso ao Protocolo de Kyoto, acordo climático que está à beira do fim.

 

Além de tentar avançar na direção à um acordo global quanto à redução das emissões de carbono o outro ponto será ratificar o Protocolo de Kyoto, único acordo climático existente (e consistente), em que a maioria dos países desenvolvidos se comprometem a ter metas de redução das emissões (exceto um dos maiores poluidores do mundo, os EUA, que nunca o assinou). 

O Protocolo de Kyoto expira em 2012 e se não for estendido não haverá nada em seu lugar. Ou seja, o que já está ruim ficará pior.   

 O terceiro ponto a ser debatido por representantes de mais de 190 países que participam do encontro é estabelecer quem paga e quem recebe dinheiro de um “fundo verde” climático. 

Atualmente, o maior emissor de gases-estufa do mundo é a China, mas ela resiste em se comprometer com metas de corte enquanto os EUA não o fizerem. 

Rússia, Japão e Canadá, por sua vez, alegam não ver sentido em assumir novo compromisso enquanto os maiores poluidores não o fazem. Mora aqui o impasse.  

(by Zara Hoffmann)

Saturday, November 26, 2011

Código Florestal: você sabe o que é o Código Florestal?




Você sabe o que é o Código Florestal?


Criado em 1965, o Código Florestal regulamenta a exploração da terra no Brasil, baseado no fato de que se trata de um bem de interesse comum a toda a população.
A legislação estabelece parâmetros e limites para preservar a vegetação nativa e determina o tipo de compensação, como reflorestamento, que deve ser feito por setores que usem matérias-primas, assim como as penas para os responsáveis por desmate e outros crimes ambientais relacionados. 
A elaboração do Código durou mais de dois anos e foi feita por uma equipe de técnicos.
E como é proposta do Novo Código Florestal?
Desde que foi apresentado pela primeira vez, o projeto de lei sofreu diversas modificações.  As principais diferenças entre a nova legislação e o código em vigor dizem respeito à área de terra em que será permitido ou proibido o desmate, ao tipo de produtor que poderá fazê-lo, à restauração das florestas derrubadas e à punição para quem já desmatou.
Por que o atual precisa ser alterado?
Ambientalistas, ruralistas e cientistas concordam que esta é uma necessidade para adaptar as leis nacionais à realidade brasileira e mundial.  O atual foi modificado várias vezes por decreto e medidas provisórias e seria necessário algo mais sólido.
Uma das urgências citadas pelos três grupos é a necessidade de incluir incentivos, benefícios e subsídios para quem preserva e recupera a mata, como acontece na maioria dos países que vêm conseguindo avançar nessa questão ambiental.
Quais as principais diferenças entre o projeto do senador Jorge Viana, apresentado no Senado, e o de Aldo Rebelo, votado na Câmara?
Em linhas gerais, o substitutivo de Viana detalha definições importantes no debate, como:
  • o que constitui uma agricultura familiar e
  • quais atividades podem ser exploradas em determinadas áreas protegidas.
Além disso, há novas normas propostas, como:
  • a criação de incentivos em troca de serviços ambientais, e
  • mudança de alguns pontos, como a recomposição das Áreas de Preservação Permanente, as chamadas APPs (ler abaixo).
Qual a avaliação que ruralistas fazem dessas mudanças?


Líderes da bancada rural apresentaram restrições, como:
  • defender que todas as pequenas propriedades possam receber os benefícios previstos no Código e não apenas aquelas que se encaixam no conceitos de agricultura familiar, ou seja, no qual apenas membros da família trabalham.
Apesar de restrições como essas, os representantes desse setor comemoraram, já que acreditam que o Código em vigor atrapalha o desenvolvimento do país por ter sido criado quando agricultura e pecuária tinham baixa produtividade.  Por isso, defendem as alterações para que haja mais terra para ampliar a produção.
"A expectativa é a de que vamos conseguir aprovar (o texto) e superar mais uma etapa desse calvário, para que muitos agricultores pressionem parar mudar essa lei, que tão mal faz o país", disse Assuero Veronez, vice-presidente do CNA, à BBC Brasil.


O que dizem ambientalistas e acadêmicos?


Boa parte das ONGs de defesa do meio ambiente e especialistas na área rebatem a tese dos ruralistas, afirmando que as terras já exploradas são suficientes para dobrar a produção, e que basta aprimorar a eficiência nas lavouras e nos pastos por meio de tecnologia e uso sustentável na agricultura e pecuária.
Para eles, as mudanças no Código abrem brechas para aumentar o desmatamento e podem por em risco serviços ambientais básicos, como:
  • o ciclo das chuvas e dos ventos,
  • a proteção do solo,
  • a polinização,
  • o controle natural de pragas,
  • a biodiversidade, entre outros. 
Esse desequilíbrio prejudicaria até mesmo a produção agropecuária, que está diretamente ligada a tais fatores ambientais.
Os dois setores acreditam que o novo texto não vai coibir desmatamento.  Entre as principais críticas estão:
  • o perdão, em vários níveis, a quem desmatou ilegalmente no passado e
  • a autorização de atividades agropecuárias ou de turismo em Áreas de Preservação Permanente.
A permissão para que produtores reponham áreas desmatadas em outras regiões do bioma (conjunto de diferentes ecossistemas) também é alvo de críticas.


O que são as APPs, um dos principais pontos de discórdia?


RESERVA LEGAL


As chamadas Áreas de Preservação Permanente (APPs) são os terrenos mais vulneráveis em propriedades particulares rurais ou urbanas. Como têm uma maior probabilidade de serem palco de deslizamento, erosão ou enchente, devem ser protegidas.
É o caso:
  • das margens de rios e reservatórios,
  • topos de morros,
  • encostas em declive ou
  • matas localizadas em leitos de rios e nascentes.
A polêmica se dá porque o projeto flexibiliza a extensão e o uso dessas áreas, especialmente nas margens de rios já ocupadas.




Qual a diferença entre APP e Reserva Legal?




A Reserva Legal é o pedaço de terra dentro de cada propriedade rural - descontando a APP - que deveria manter a vegetação original para garantir a biodiversidade da área, protegendo sua fauna e flora. 
Sua extensão varia de acordo com a região do país: 80% do tamanho da propriedade na Amazônia, 35% no Cerrado nos Estados da Amazônia Legal e 20% no restante do território.


Leia mais aqui e aqui e sobre a reforma do código leia aqui, e sobre o veto presidencial aqui
.

Tuesday, November 22, 2011

Movimento para Salvar o Xingú – Movimento Gota D’Água


Movimento para salvar o Xingú.


O Movimento Gota D’ Água surgiu da necessidade de transformar indignação em ação.
A missão da Gota D’Água é comover a população para causas socioambientais utilizando as ferramentas da comunicação em multiplataforma.
Assista ao vídeo abaixo, depois siga para o site do Movimento Gota D’ Água e assine a petição.


Pense e reflita: que mundo quer para seus filhos?








http://movimentogotadagua.com.br/


Monday, October 31, 2011

Chegamos aos 7 bilhões de habitantes no planeta Terra!



Chegamos aos 7 bilhões de habitantes no planeta Terra!
30 de outubro de 2011, uma data histórica para os seres humanos, nasce o cidadão número 7 bilhão.



Veja abaixo a taxa de crescimento populacional do planeta nos últimos séculos, após a revolução industrial:
1700 – 770 milhões de pessoas
1820 – 1 bilhão
1920 – 2 bilhões
1960 – 3 bilhões
1975 – 4 bilhões
1980 – 5 bilhões
2011 – 7 bilhões
2050 –11 bilhões (uma das projeções pelos especialistas)

Sunday, October 23, 2011

Novo Código de Mineração é feito sem consulta popular e com indiferença ao ambiente




Novo Código de Mineração é feito sem consulta popular e com indiferença ao ambiente
A partir do novo código de mineração serão definidas jazidas de interesses estratégicos ou de “elevado potencial”, e seus respectivos prazos de concessão.


O governo também pretende regulamentar por leis específicas como funcionará a mineração em faixa de fronteira, terras indígenas e águas minerais.
“Na mudança do código de mineração querem que a mineração avance em áreas que hoje têm restrições legais, como em Unidades de Conservação de Uso Sustentável, Zonas de Amortecimento e Zonas de Fronteira. Também nas áreas indígenas, quilombolas e de outras populações. Veja como as mudanças no código florestal e o de mineração estão articuladas”.
Para Alexandre Gonçalves, da CPT, no final das contas, poucos ficam com os lucros. Os prejuízos socioambientais é que são socializados entre a população.“Existem muitos exemplos aqui em Minas, como a Votorantim que poluiu o Rio São Francisco com metais pesados. E essas riquezas são exportadas, 90% do minério de ferro e nióbio retirado no Brasil são exportados, quase sem pagar impostos”, critica.
Leia a matéria completa aqui

Tuesday, October 11, 2011

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2011

A Semana Nacional e Ciência e Tecnologia, acontecerá de 17 a 23 de outubro/2011.


O tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia este ano é Mudanças Climáticas, desastres naturais e prevenção de riscos.
Promovida pelo Ministério de Ciências Tecnologia e Inovação tem o objetivo de mobilizar a população em torno de temas e atividades de C & T, valorizando a criatividade, atitude científica e a inovação.
E quem pode participar?
Todos os eventos são gratuitos e todos podem participar.
Como participar?
Informe-se no site da semana e procure as informações de onde estão ocorrendo os eventos em sua cidade/estado/região.

siga o link abaixo e verifique os eventos já cadastrados para Goiânia
http://semanact.mct.gov.br/index.php/content/view/4552.html?coduf=9

Friday, August 26, 2011

Rio Subterrâneo debaixo do Amazonas

 Rio Subterrâneo debaixo do Amazonas??

Observatório Nacional (ON) descobre indícios de um Rio Subterrâneo debaixo do Rio Amazonas
Em agosto de 2011, os pesquisadores da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional – ON apresentaram um trabalho no 12o Congresso Internacional da Sociedade Brasiliera de Geofísica, no Rio de Janeiro, apontando indícios da existência de um rio subterrâneo debaixo do Rio Amazonas. Esta fantástica descoberta faz parte de um trabalho de doutorado da aluna Elizabeth Tavares Pimentel, sob orientação do pesquisador Valiya Hamza. O trabalho é baseado na análise de dados de temperaturas de 241 poços profundos perfurados pela PETROBRAS, nas décadas de 1970 e 1980, na região Amazônica. A área de estudo abrange as bacias sedimentares de Acre, Solimões, Amazonas, Marajó e Barreirinhas.

A figura abaixo ilustra o esquema de fluxos de águas fluviais, na superfície, e das águas subterrâneas, nas camadas sedimentares profundas.